Hoje resolvi fazer um post diferente: ao invés de uma crítica detalhada de um estabelecimento, vou falar brevemente sobre as experiências gastronômicas do final de semana, mesmo porque alguns lugares já foram avaliados pelo blog, mas sinto-me na obrigação de fazer alguns adendos. Vamos a eles:
Feijoada do Jensen Gastronomia - Vinhedo
Conforme falado neste post aqui, a feijoada do Jensen já foi avaliada por nós, com boas recomendações, inclusive. Acabamos voltando lá neste sábado pois alguns familiares de Sampa estavam por aqui e queriam comer uma boa feijuca. Apesar de não termos aberto o buffet como da última vez, chegamos ao restaurante pouco depois das 14h, o que não deve ser considerado "fim de feira" em um lugar que serve feijoada de sábado, logo, o adiantado da hora não pode servir de pretexto para a falta ou demora na reposição dos itens. Nas duas vezes em que fui me servir (um pouquinho de cada vez...), a couve havia acabado. Na segunda vez, além da couve, faltava farofa também. Apesar dos esforços da brigada para repor tudo o mais rápido possível, formou-se uma pequena fila de espera ao redor da mesa, atrapalhando quem estava se servindo. Também pudera, os recipientes da couve e farofa são minúsculos, cuja porção mal serve 3 pessoas. Talvez o problema fosse facilmente contornado adotando travessas maiores para estes itens.
Outra coisa que incomodou foi a conta ter vindo sem termos solicitado. Apesar de ser praxe no exterior, aqui considero uma falta de educação trazer a conta sem que o cliente peça por ela, dando margem para interpretações como "querem que a gente vá embora logo". Quando nos foi oferecido o café, cheguei a manifestar minha insatisfação, mas fui reprimida pelos demais comensais, que disseram que o serviço estava apenas tentando ser solícito e pró-ativo. Mas quando veio a conta, aí me deram razão. Então fica a ressalva: gostei bastante da feijoada de lá, mas com essas escorregadas, o Jensen pode cair no conceito do blog. Prefiro aguardar uma terceira visita para meu veredito definitivo.
Santo Aroma - Confirmando o que é bom
Acabamos voltando ao Santo Aroma, bar avaliado neste post aqui e confirmamos o que dissemos anteriormente: o lugar bacana, o som de primeira, a vastíssima carta de cervejas, aliados à simpatia e assessoria do expert Peter, fazem deste lugar um achado na cidade de Vinhedo. É sempre um programa bacana.
O Plano B às vezes dá certo
Desde que o blog nasceu, tenho vontade de dedicar um post ao Kilimanjaro, restaurante de cozinha variada e contemporânea, que se encaixa como boa opção em diversas situações: um almoço de negócios, um jantar casual no meio da semana, encontro com amigos, quando um está de regime e o outro não, quando a companhia é vegetariana e você só pensa em devorar um hamburguer... longe de ser uma pechincha, mas com boa relação custo-benefício, o Kilimanjaro é para mim um porto seguro, lugar que eu vou sabendo o que vou encontrar e que vou sair satisfeita. Só que desta vez, quando finalmente fui ao Kilimanjaro de máquina fotográfica em punho, pronta para fazer um belo post para o blog, a fila de espera passava dos 40 minutos e nossos estômagos já estavam ansiosos por conforto imediato, fazendo com que pensássemos em um plano B. Foi aí que, em pleno shopping Galleria, que não tem muitas opções fora da famigerada praça de alimentaçao, tive que pensar no plano B e disse: "acho que tem um restaurante no segundo andar, mas nunca ouvi nada sobre ele...". Descobrimos que o tal restaurante se chama "Terraço", conta com um amplo salão e também com um terraço (a vá) fechado com ar condicionado. O cardápio é variado, com opções de massas, carnes, aves e peixes, mas aparentemente sem nenhuma especialidade. Todos os pratos dão direito ao salad bar, que é bastante simples mas oferece opções fresquinhas de folhas e legumes. Fui bastante feliz na minha escolha, um escondidinho de bacalhau com tenros pedaços do peixe, bem dessalgados e macios, além de puré de mandioquinha cremoso e catupiry. O maridão foi de manicaretti de bacalhau, aquela massa semelhante a um envelope, e também foi feliz. O recheio seguia a mesma linha do bacalhau do escondidinho e o molho branco era leve e saboroso, com sabor acentuado de vinho e noz-moscada. Mamãe escolheu um penne à Siciliana, com molho de tomates frescos e muzzarela de búfala, porém o molho estava ácido demais. Não chegava a ser um prato ruim, mas poderia ser melhor. A conta não passou de R$ 35 por pessoa, já incluídas bebidas e serviço. Para um plano B, atendeu totalmente às nossas expectativas. Mas continuo devendo um post sobre o Kilimanjaro...
Terraço Restaurante
Galleria Shopping
Piso 2 - A249
fone: 3207-0123
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domingo, 2 de maio de 2010
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